domingo, 7 de agosto de 2011

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Download Password Reset Profissional 7.0


programas Download – Password Reset Profissional 7.0
Windows Password Remover é um aplicativo Windows profissional na recuperação de senhas perdidas ou esquecidas, tanto como senha de usuários comuns e de administrador dessa forma você poderá fazer logon no Windows imediatamente sem reinstalar o sistema operacional novamente. Ele suporta a redefinição de senhas de todas as versões do Windows, como o Windows 7, Windows Vista, XP, 2008, 2003 e 2000, etc.Grave a imagem iso em um cd, que irá trabalhar durante o método de inicialização (boot) e instantaneamente irá redefinir ou remover as senhas de Administrador ou outras senhas e configurações de segurança do Windows que impedem de fazer logon na conta.
Fabricante: Windows Password Reset
Tamanho: 9 MB
Formato: Rar
Idioma: Inglês
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sábado, 6 de agosto de 2011

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Parceria


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Hackers afirmam ter roubado dados de 70 agências policiais dos EUA


Ação foi realizada em represália à detenção de membro do grupo

Hackers do grupo AntiSec, em colaboração com os membros do Anonymous, declararam neste sábado (6) ter acessado uma “grande quantidade de informação confidencial” de 70 sites de agências policiais dos Estados Unidos em represália à detenção de um dos integrantes do grupo.

Os hackers afirmaram em comunicado que o roubo foi o maior já realizado nas forças de segurança dos EUA. O grupo estima ter divulgado mais de 10 GB de informações confidenciais, como e-mails, números de cartões de crédito, senhas e outros dados de 70 agências policiais no centro e sul dos EUA.

“Estamos liberando uma quantidade de informação confidencial que seguramente os colocará em apuros, desacreditará e incriminará policiais nos EUA", ressaltou os hackers. “Atuamos em solidariedade ao Topiary e aos defensores do Anonymous”, acrescentaram.

A polícia britânica prendeu um jovem britânico de 18 anos chamado Jake Davis em Londres, suspeito de ser o hacker por trás do nome "Topiary". Davis pode ser o porta-voz dos grupos Lulz Security (LulzSec) e Anonymous, e ter pirateado durante algumas horas o site da agência de combate ao crime organizado no Reino Unido SOCA, no dia 20 de junho.

O LulzSec reivindicou a realização de uma série de "ciberataques" durante 50 dias contra sites de agências do governo dos EUA e de grandes empresas, incluindo os da Agência Central de Informação (CIA), do Senado e da gigante da tecnologia Sony.
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Anonymous prepara nova ferramenta para atacar sites


     . Foto: Reprodução
                                   O motivo da substituição seria o número crescente de prisões entre os membros do grupo
                                                                                                          Foto: Reprodução

O Anonymous divulgou na última terça-feira que está desenvolvendo uma nova ferramenta para derrubar sites através de ataques DDoS. A revelação foi feita através do blog AnonPlus Communications, que reúne novidades sobre o grupo de hackers e mensagens que incentivam a liberdade de informação e criticam governos considerados repressores.
Segundo os responsáveis pelo texto publicado, o motivo para a substituição é o número crescente de prisões entre os membros do grupo. A ferramenta utilizada até então, chamada LOIC (Low Orbit Ion Cannon, ou canhão de íons de baixa órbita), tinha como falha revelar o endereço de IP a partir do qual partiam os ataques feitos a sites de governos e grandes empresas. Com essa informação, forças policiais tinham como identificar facilmente a fonte do ataque e prender o responsável.
A nova ferramenta, batizada como #RefRef mascara automaticamente o IP dos usuários, protegendo informações pessoas e dificultando o trabalho das autoridades. Segundo o Anonymous, o software usa os recursos das redes invadidas contra elas mesmas, resultando na exaustão dos servidores que acabam saindo do ar. O grupo de hackers afirma que a versão final novidade deve estar disponível a partir de setembro de 2011.
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Hacker do iPhone é fã da Apple e considera Android 'o inimigo'


Comex surpreendeu hackers conhecidos quando o JailbreakMe chegou à incrível marca de mais de 2 milhões de downloads. Foto: Geek/Reprodução
Comex surpreendeu hackers conhecidos quando o JailbreakMe chegou à incrível marca de mais de 2 milhões de downloads
Foto: Geek/Reprodução

Quem se interessa por jailbreaks de iOS (programas desenvolvidos por hackers para liberar dispositivos para serem usados em qualquer operadora e com aplicativos não-oficiais) já deve ter ouvido falar desse nome: Comex, o gênio que está por trás do site JailbreakMe 3.0. Uma das figuras mais famosas da comunidade jailbreak não tinha nenhuma informação relevante conhecida do grande público. Pelo menos não até ele finalmente conceder sua primeira entrevista.
Comex não está em busca de dinheiro: seu site é gratuito, embora aceite doações. Ele não critica a Apple por querer controlar o que os usuários podem instalar em seus dispositivos, se considera um fanboy da empresa de Steve Jobs e classifica o Android como "o inimigo".
Quem conseguiu arrancar algumas informações do garoto de 19 anos foi o site da revista Forbes. A matéria revela que seu nome verdadeiro é Nicholas Allegra. Ele mora com seus pais em Chappaqua, Nova York, e esteve de licença da Brown University desde o inverno passado, à procura de um estágio.
Os feitos de Comex surpreenderam hackers conhecidos quando o JailbreakMe chegou à incrível marca de mais de 2 milhões de downloads. "Não achava que alguém poderia fazer o que o Comex faz em anos", disse Charlie Miller, um ex-analista da Agência de Segurança Nacional e o primeiro a hackear um iPhone, em 2007. "Agora, foi feito por um jovem que nunca ouvimos falar. Ele me pegou de surpresa", completou.
Ele também contou à Forbes que em seu tempo livre gosta de desvendar códigos dos iOS da Apple, o que, para ele, não é "nada muito difícil". O estudante aprendeu a programar com apenas nove anos, pegando dicas de fóruns na internet. "Quando tive um computador nas aulas de ciência no ensino médio, eu já sabia tudo", contou. "Eu não segui o mesmo caminho do resto da comunidade de segurança. Então, para eles, eu apareci de repente", explica.
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E-mail de prefeito de São Paulo é alvo de invasão de hackers


O e-mail pessoal do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, foi invadido por hackers nesta quarta-feira. O invasor usou a conta para enviar mensagens a jornalistas afirmando que a invasão era uma forma de protestos "em nome de população de São Paulo", além de criticar o "descaso com a saúde, ruas em péssimo estado" e o uso do dinheiro público na construção do estádio do Corinthians.


"Estou dentro do email do prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, primeiro resgatando as listas de emails 'lógico', fazer backup, e tchau!", diz a mensagem
Kassab divulgou uma nota pela tarde, onde classificou o ato como "vandalismo". "Recebi com indignação a notícia de que meu e-mail pessoal foi alvo de ato de vandalismo na manhã de hoje (quarta). É lamentável que algumas pessoas se utilizem de ações criminosas como essa para se manifestar anonimamente", disse.
Segundo o prefeito, todas as medidas possíveis serão tomadas para responsabilizar o invasor, identificado como "Japonês Raul (@Japon3sR4uL, no Twitter)". O hacker é o mesmo que invadiu a conta de José Serra no microblog. De acordo com invasor, 34 contas de e-mail de principais políticos do Brasil estão sendo monitoradas.
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Anon Plus, a rede social dos hackers, é lançada


Exclusão de perfis de integrantes do grupo Anonymous no Google+ resultou em criação de rede social sem censura. Foto: ReproduçãoExclusão de perfis de integrantes do grupo Anonymous no Google resultou em criação de rede social "sem censura"
Foto: Reprodução

O grupo hacker Anonymous, responsável por inúmeros ataques a sites de grandes empresas e autoridades, lançou a sua própria rede social, em anúncio feito em post no Twitter. Um dos alegados motivos para a criação da rede é um protesto à exclusão de perfis de integrantes do grupo no Google+. Por isso, a nova rede foi batizada de Anon+.
O site ainda está em desenvolvimento, mas explica os objetivos da criação da rede e algumas ideias do grupo Anonymous. "A rede social é essencialmente o painel dos ativistas", diz uma frase na página de apresentação da rede (anonplus.infiniteserve.com).
De acordo com o Anonymous, o Anon+ permitirá "um intercâmbio através de moeda alternativa, sem alimentar aquelas empresas que desejam estrangular o salário do cidadão comum, sem uma consciência". A promessa do grupo é desenvolver um "sistema de trocas" por meio do site, onde as pessoas poderiam gerar sua própria renda via energia eólica, solar e geotérmica, sem revelar especificamente como funcionará o sistema. No entanto, a moeda referida é a BitCoin (unidade monetária exclusivamente da internet sem mediação de Banco Central ou outra autoridade).
O site do projeto protesta generalizadamente contra os governos e redes sociais convencionais como o Google+. Também promete promover uma alternativa com a rede social, citando mais de uma vez que o ambiente é livre de custo e de censura. "É um ambiente formatado para 'ciberanarquia' onde as pessoas manterão a paz por meio do entendimento, e não pela força ou ameaça", afirma.
A rede social teria sido criada em apenas 13 dias e elaborada a partir das casas dos hackers. Ela terá fórum de discussão, plataforma para chats, mecanismo para compartilhamento de documentos e veiculação de informações e notícias sobre hackers.
O Anonymous diz que não tem necessariamente uma "estrutura", mas se defende razoavelmente bem de ataques por conta do conhecimento de seus membros. O grupo ainda promete que a rede social atualizará as pessoas técnicamente sobre tecnologia. "Nós não estamos tentando voltar atrás com nada, mas criar nosso pedacinho na internet", afirmam os hackers.